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<title>Recursos em Português</title>
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<id>https://hdl.handle.net/20.500.12663/37</id>
<updated>2021-09-01T17:31:29Z</updated>
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<title>Prevalência do vírus Zika em doadores de sangue de um serviço de hemoterapia da Região Sul do Brasil</title>
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<name>Diefenbach, Cristiane Fração</name>
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<name>Martins, Juliana Saibt</name>
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<updated>2021-07-27T04:43:28Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Prevalência do vírus Zika em doadores de sangue de um serviço de hemoterapia da Região Sul do Brasil
Diefenbach, Cristiane Fração; Martins, Juliana Saibt
O vírus Zika (ZIKV) é um flavivírus responsável por causar uma arbovirose emergente no Brasil que é transmitido principalmente por picada de mosquitos infectados do gênero Aedes. Uma via de transmissão muito discutida ultimamente é a transfusão de sangue devido ao grande número de casos assintomáticos e o potencial epidêmico do ZIKV que causa epidemias de grandes proporções. Nessas ocasiões, os indivíduos assintomáticos podem contaminar hemocomponentes e deste modo participar na transmissão transfusional dessa infecção. A doença tem quadro clínico benigno, porém consequências clínicas graves têm sido relatadas, tais como a síndrome de Guillain-Barré (SGB) e malformações fetais como microcefalia. Diante desse fato, recentemente, o Ministério da Saúde (MS) declarou a infecção por ZIKV como uma Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN). Assim, o principal desafio para bancos de sangue é a prevenção transfusional do ZIKV devido a falta de teste de rotina laboratorial licenciado para triagem de doadores de sangue. Na região Sul do Brasil não há nenhum estudo epidemiológico nessa população. Este estudo permitirá de uma forma robusta avaliar a situação atual epidemiológica nessa região. O objetivo do estudo é estimar a soroprevalência e a viremia assintomática do ZIKV em doadores de sangue de um Serviço de Hemoterapia da região sul do Brasil. Neste estudo foram coletadas amostras sanguíneas de 500 doadores voluntários de sangue no período de dezembro de 2016 a janeiro de 2017. Os materiais biológicos foram testados pela presença do ácido ribonucleico (RNA) do ZIKV, por meio de um teste de reação em cadeia da polimerase por transcrição reversa (RT-PCR) em tempo real por kit comercial TaqPath™ Zika Virus Kit (ZIKV) e inquérito sorológico por teste de imunoabsorbância ligada a enzima (ELISA) Anti-Zika Virus ELISA IgG kit (Euroimmun, Medizinische Labordiagnostika AG, Lübek, Alemanha). Nenhuma amostra mostrou resultado positivo para o RNA do ZIKV, o que mostra o baixo risco de transmissão transfusional na região estudada. No entanto, o inquérito sorológico revelou a detecção de uma amostra devidamente positiva para anti-ZIKV IgG (0.55%) e 4 amostras com valores de densidade ótica (DO) na zona cinza do teste. Devido a alta taxa de reação cruzada entre os diferentes flavivírus todas as amostras (incluindo a positiva) foram submetidas a teste confirmatório para anti-DENV IgG (Anti-Dengue Virus ELISA IgG, Euroimmun, Medizinische Labordiagnostika AG, Lübek, Alemanha). A amostra positiva para anti-ZIKV IgG foi negativa para anti-DENV IgG, confirmando o resultado positivo para anti-ZIKV IgG. No entanto, três amostras sororeagentes na zona cinza mostraram título muito elevado de anti-DENV IgG e uma permaneceu na zona cinza. Análise confirmatória dessa amostra via utilização de ELISA in house com adsorção de anticorpo anti-DENV IgG revelou que a mesma é negativa para anti-DENV IgG. Isso demonstra uma soroprevalência de 0.55% de ZIKV na região de Santa Maria-RS. Nossos resultados demonstram que o risco transfusional do ZIKV no Sul do país é relativamente baixo, contudo, não pode ser subestimado e análises sorológicas de grande número de amostras são necessárias para determinação da soroprevalência exata do anti-ZIKV e anti-DENV IgG em doadores de sangue na região de Santa Maria.
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Alterações Auditivas em Crianças com Microcefalia e provável Infecção pelo Zika Vírus</title>
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<name>Oliveira, Alexandra Kolontai de Sousa et al.</name>
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<updated>2021-07-23T15:52:29Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Alterações Auditivas em Crianças com Microcefalia e provável Infecção pelo Zika Vírus
Oliveira, Alexandra Kolontai de Sousa et al.
Objetivos: Avaliar	 alterações	 auditi	vas	 em	 crianças	 com	 microcefalia	 secundária	 a	&#13;
provável	infecção	congênita	por	ZIKV	atendidas	no	Centro	Integrado	de	Reabilitação	&#13;
(CEIR).
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Manifestações Cutâneas em Dengue, Zika e Chikungunya na 20º Regional de Saúde do Paraná</title>
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<name>Madureira, Eduardo Miguel Prata et al.</name>
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<id>https://hdl.handle.net/20.500.12663/2634</id>
<updated>2021-07-23T01:31:52Z</updated>
<published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Manifestações Cutâneas em Dengue, Zika e Chikungunya na 20º Regional de Saúde do Paraná
Madureira, Eduardo Miguel Prata et al.
A Dengue, Zika e a Febre Chikungunya são doenças transmitidas pelo mesmo vetor, Aedes aegypti, apesar de&#13;
apresentarem vírus distintos. Dessa forma, a preocupação das entidades públicas de saúde redobram a atenção para&#13;
essas viroses, pois são doenças que se disseminam facilmente. No Brasil, a dengue foi identificada pela primeira vez em&#13;
1986, sendo causada por quatro tipos diferentes de vírus do dengue: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Já a Febre&#13;
Chikungunya pode ser transmitida também pelo Aedes albopictus, sendo que no Brasil, a circulação do vírus foi&#13;
identificada pela primeira vez em 2014. Chikungunya significa "aqueles que se dobram" em swahili, um dos idiomas da&#13;
Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na&#13;
Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953. E por fim o vírus Zika foi identificado pela primeira vez no&#13;
Brasil em abril de 2015, recebendo a mesma denominação do local de origem de sua identificação em 1947, após&#13;
detecção em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, na floresta Zika, em Uganda. Por se tratarem de&#13;
doenças endêmicas, são consideradas um problema de saúde pública no Brasil. Tal estudo é motivado para levantar a&#13;
incidência de novos casos de dengue, zika e febre chikungunya nos últimos 5 anos, na 20ª Regional de Saúde do Paraná,&#13;
a fim de servir como alerta para autoridades e profissionais da saúde sobre a importância do diagnóstico precoce e&#13;
tratamento de todos os doentes, visando auxiliar na redução das taxas das doenças, com prevenção e medidas de&#13;
combate, interrompendo o ciclo de transmissão, contaminação e diminuição dos casos notificados.
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<dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Conhecimento das gestantes sobre a infecção pelo Zika Vírus na gestação</title>
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<name>Costa, Taís Paiva da</name>
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<name>Júnior, David da Costa Nunes</name>
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<id>https://hdl.handle.net/20.500.12663/2632</id>
<updated>2021-07-22T22:31:01Z</updated>
<published>2017-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Conhecimento das gestantes sobre a infecção pelo Zika Vírus na gestação
Costa, Taís Paiva da; Júnior, David da Costa Nunes
Objetivo: Avaliar o conhecimento das gestantes de risco&#13;
habitual sobre a infecção pelo Zika vírus na gestação.&#13;
Materiais e Métodos: Estudo do tipo observacional descritivo quantitativo desenvolvido em um ambulatório de&#13;
Salvador/BA. A população foi composta por 60 gestantes&#13;
de risco habitual, com 18 anos ou mais, atendidas no período de setembro a outubro de 2016. A amostra foi elaborada pelo método de conveniência. A coleta de dados&#13;
aconteceu com instrumentos estruturados, formados por&#13;
questões referentes aos dados sociodemográficos (idade, cor da pele autorreferida, estado civil, escolaridade,&#13;
renda familiar e ocupação) e sobre a infecção pelo Zika&#13;
vírus (formas de transmissão, sinais e sintomas, complicações, medidas preventivas). A análise desses dados foi&#13;
descritiva, com verificação da média e desvio padrão das&#13;
variáveis contínuas com distribuição normal e a frequência das variáveis categóricas
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<dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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